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Luta por direitos | Candidatos do MRT declaram apoio à paralisação nacional dos trabalhadores do IBGE

Os candidatos do MRT nessas eleições prestaram solidariedade aos trabalhadores do IBGE e declararam apoio irrestrito a essa luta. Confira nessa matéria.

quinta-feira 1º de setembro | Edição do dia

Trabalhando debaixo do sol, sem alimentação, tendo que pagar o transporte de seu próprio bolso e com salários baixíssimos e inferiores ao prometido, o Censo 2022 está praticamente contando com a boa vontade dos recenseadores, Agentes Censitários e demais trabalhadores do IBGE, já que nem o governo Bolsonaro e nem o Congresso Nacional dão a devida importância à pesquisa. É preciso cercar de solidariedade essa luta, pois é na auto-organização, e pela base, que vamos encontrar os caminhos para derrotar os ataques que os trabalhadores do IBGE e de todo o Brasil estão enfrentando”, afirmou Carolina Cacau, candidata a deputada estadual pelo MRT no Rio de Janeiro.

Os trabalhadores do IBGE fizeram uma primeira paralisação nacional nesse 1 de setembro e diversos atos ocorreram Brasil afora. Fotos e informações dos atos podem ser vistos aqui. Antes mesmo da greve começar, o Esquerda Diário já recebia inúmeras denúncias de assédio das chefias, cobrando produtividade e ameaçando desligamento. A greve também se enfrenta com essas situações que se espalham pelo país.

Flávia Valle, que é trabalhadora da educação em Minas Gerais e candidata a deputada federal pelo MRT, também prestou solidariedade à paralisação do IBGE: “O governo federal vem precarizando o IBGE há tempos. Esses guerreiros recenseadores estão à míngua, matando um leão por dia para mapear um país de dimensões continentais sem o mínimo para poder trabalhar. Essa paralisação é mais do que justa e precisamos apoiá-la irrestritamente! É o caminho da luta de classes que vamos vencer, e não se aliando com a direita!

Valéria Muller, que é candidata do MRT no Rio Grande do Sul, também prestou apoio:

O governo Bolsonaro está arrasando com a vida de milhões, impondo desemprego, fome, arrocho salarial, inflação, privatizações e um mar de retirada de direitos. A situação do IBGE se soma a isso tudo e os trabalhadores apontam o caminho para reverter essa situação.

Maíra Machado, professora de Santo André e candidata a deputada estadual pelo MRT em SP, afirmou: "Os trabalhadores do IBGE estão paralisando e fazendo atos em todo o país no dia de hoje. Estão enfrentando a humilhação que as terríveis condições de trabalho geram. É na luta de classes que vamos enfrentar a precarização e os ataques!

Marcello Pablito, trabalhador da USP e candidato a deputado federal em São Paulo, publicou em sua conta do twitter o seguinte:




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