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Bolsonarista | Professor bolsonarista no DF carimba os estudantes para não comerem a merenda duas vezes

Estudantes de uma escola em Planaltina (DF) são carimbados pelo professor para não repetirem a merenda. O caso veio à público na última sexta-feira (09), quando estudantes denunciaram a ação vexatória. Mais uma expressão do Brasil de Bolsonaro que tem mais de 30 milhões de famintos e os preços dos alimentos são alvos de uma inflação galopante.

terça-feira 13 de setembro | Edição do dia

Fonte: reprodução

Em 09 de setembro nas redes sociais, os internautas se revoltaram com a cena humilhante, uma fila de estudantes mostra as mãos carimbadas. Todos já haviam pego a merenda e não poderiam comer novamente. O responsável pela ação é o professor da rede pública do Distrito Federal Saimon Freitas Cajado Lima. Os internautas já foram a fundo e encontraram os perfis sociais de Lima e ressaltaram o seu perfil da extrema-direita, essa mesma que vem ganhando um espaço cada vez maior desde que Bolsonaro tomou o poder e que continuamente vem demonstrando a sua face violenta e mesquinha, como no caso do bolsonarista que recusa marmita a uma mulher que se diz apoiadora de Lula.

A denúncia foi feita à rede Globo, uma estudante afirma que o carimbo é usado para “saberem quem foi que lanchou e não poder repetir”. Segundo a aluna, ao recusar ter a mão carimbada, o seu prato de merenda foi tomado por um dos funcionários. Toda a situação é revoltante, o Brasil de Bolsonaro sente fome, para muitas crianças e jovens, a escola representa o lugar onde terão a única refeição completa no dia. Por isso, a justificativa dada pela diretoria da unidade de ensino onde afirma que o lanche é insuficiente é gritante. Vê-se também o que Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, notório apoiador de Bolsonaro, e advogado dos assassinos do líder indígena Galdino Jesus, é também culpado e através da SEEDF – Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal – usa da demagogia para afirmar que essa é uma “situação isolada” e que não faltam alimentos na escola.

Esse é mais um retrato dos ataques que a Educação vem sofrendo nesse governo que somente se preocupa com os lucros dos empresários e capitalistas e que tem em sua conta milhões passando fome. Ademais, temos as reformas antioperárias, a aplicabilidade da PEC do teto de gastos – também conhecida como PEC da morte – e em curso os outros projetos como a PEC/2021 que vem a desobrigadas da aplicação de percentuais mínimos para investimentos na Educação. A resposta para o combate contra esses ataques revoltantes e para enfrentar a fome e os ataques à Educação, reside na aposta de uma política de independência de classes, que passe longe da conciliação com a burguesia e com a direita como vem fazendo a chapa Lula/Alckmin – notório “ladrão de merenda” – para derrubar não somente Bolsonaro e Ibaneis, mas também essa extrema-direita insensível que se expressa hoje no Brasil.




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